sábado, 30 de abril de 2011

Interaction design IUAV, Veneza

          Design de interação não se limita a tela e ao teclado do computador e  do telefone celular. Todos os tipos de objetos e instalações podem ser ligados em sistemas interativos. Este é o mundo dos sensores, atuadores e robótica, da computação física, interfaces tangíveis e ambientes inteligentes."

Aequilibrium - Intervenção humana na vida submarina

Desenvolvida na Faculdade de Disign e Arts da Universidade de Venice [Faculty of Design and Arts, IUAV University, Venice (2006-07)]

          O ciclo biológico da lagoa veneziana é afetada por diversos sentimentos humanos tais como a pesca, poluição, trânsito e aquecimento global.
         Aequilibrium é um ambiente imersivo que simula a vida aquática e mostra as suas reacções às suas ações. Não é apenas um sistema de exibição de informações e nem uma instalação didática. É uma experiência fascinante que faz você aprender os efeitos de seu comportamento sobre o complexo equilíbrio da natureza.



Flyer Café
 
Também desenvolvido pela Uiversidade de Disigner e Artes
 
          Ao redor de Veneza, há panfletos publicitários, apartamentos para alugar, shows, palestras, encontros políticos, etc. O projeto traz tudo isso para dentro do bar, permitindo a todos a interação com anúncios virtuais.



Interactive architecture

        Para exprimir a importância do contato físico e da interação do espectador com a obra escolhi alguns exemplos que me chamaram a atenção, pelo simples fato de que uma ação gerará uma reação. E isso serve para mostrar que a arquitetura não deve ser estática, óbvia e pré determinada. Ela deve deixar que seu autor mude a cada instante e ela se transforme dessa mesma forma.
       "The body paint" é uma instalação interativa - um instrumento visual - que permite aos usuários pintar sobre uma tela virtual com o seu corpo, interpretando o movimento, gestos e dança evoluindo a composição. Sua finalidade não é criar uma nova interface para a criação de quadros estáticos, mas mais uma forma natural de criar, dirigir e executar as imagens em movimento em tempo real, com foco na experiência de interação. O que importa não é a pintura criada no final, mas mais a sensação que se experimenta ao usá-lo e reagir em tempo real a sua própria criação, como ela evolui - análogo a um instrumento musical -é bastante comum  apenas tocar e improvisar, sem qualquer preocupação para a gravação. Cada nota é apenas para o momento, uma reação em tempo real que vem de dentro, em resposta a sua viagem até agora. Assim, quando você parar de se mover, a pintura desaparece dando lugar ao branco, deixando apenas a memória, como a música que você acabou de jogar no piano.





"Electroland" é um projeto que possui um campo de interação de LED fixo no chão que responde sobre a presença de visitantes. Um grande display de luz na face do prédio reproduz essa interação.



quinta-feira, 28 de abril de 2011

SketchUp individual II

         Conforme tivemos algumas dicas dos professores nessa quinta feira acerca dos nossos trabalhos no SketchUp, decidi reformular meu individuall mantendo a ideia inicial de que que um muro impóe barreiras e o que mais o caracteriza é sua textura. Tentei modificar o posicionamento da c:ämera, mas confesso ainda náo ter muita destreza. Eis a[i o resultado!  


quarta-feira, 27 de abril de 2011

SketchUp individual

        Bom, realmente por um tempo parei pra pensar o que tinha nos motivado a escolher um muro, e aliás, aquele muro para o lugar da nossa intervenção. Talvez o seu vazio de significado, a sua ausência mesmo na presença, sua invisibilidade, por o ser ou por ser ofuscado pelo que o cerca.É, talvez. Por outro lado pra sentir aqule espaço apelei para o que nele talvez tenha mais valor: sua textura. Obviamente o que primeiramente nos vem á cabeça quando pensamos eu um muro é sua capacidade de limitar, cercar. Mas será ele tão intranponível assim??

Ideias para intervenção

O muro, com "todo o seu conteudo" significativo, visual, sensitivo, abre diante de nos um leque de possibilidades para intervençao, proporcionando-nos a escolha de qual "motivo" queremos abordar. Sendo assim, dispomo-nos a alçar nossos olhos a cada um dos caminhos e assim, chegar a opçoes tao divergentes entre si. Ei-las aqui, um tanto quanto iniciais e precária, mas eis:



I - Painel Dinamico: estilo de um outdoor mosaico triangular que variando a posição das partes que formam a figura total há a possibilidade de formar novas imagens.Depende dequem manipula.
II - Muro da Diversao (Jogo da Velha, Forca, Liga-pontos, Quebra-Cabeçaam,arelinha): uma forma de utilizar o muro, que apesar de estar em um lugar de destaque no vilarejo (a frente da igreja) não é notado, através do entreterimento infantil, podendo resgatar as origens de brincadeiras que por muitas vezes perduram na cidades menores.
III - Tunel Sensitivo - 5 sentidos: utilização do muro como suporte para diversas sensações que ativam cada um dos sentidos: tato, olfato, visão, paladar e olfato.
IV - Mural comunicativo: uma espécie de lousa, podendo ser contruida por quem por lá passar. Imagens, escritos, pinturas, desenhos...
V - Guia Turistico: uma espécie de mapa locaizador, com todas as atrações que podem ser visitadas em Bichinho e informações sobre esses lugares.
VI -  Cantinho do Sossego: explorar o que é macio e confortável contrastando-se com o muro.
VII -  Jardim: como o próprio nome já diz, um jardim. aliado com projeções sobre o muro de imagens que deem uma perspectiva de vários lugaras: imersão.
VIII - Caixas:: empilhamento de caixas podendo ser moldado diferentemente por cada um.
IX - Muro Livro Livre: escrevendo história e causos através de páginas gigantes
X - Projeçao Interativa: em cima de tecidosdiferentemente ordenados.

SketchUp - Muro é sempre muro!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Visita ao Inhotim

          Inhotim caracteriza-se por oferecer um grande conjunto de obras de arte, expostas a céu aberto ou em galerias temporárias e permanentes, situadas em um Jardim Botânico, de rara beleza. O paisagismo teve a influência inicial de Roberto Burle Marx (1909-1994) e em toda a área são encontradas espécies vegetais raras, dispostas de forma estética, em terreno que conta com cinco lagos e reserva de mata preservada. O Instituto Inhotim, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, além desses espaços de fruição estética e de entretenimento - que lhe garantem um lugar singular entre outras instituições do gênero - desenvolve também pesquisas na área ambiental, ações educativas e um significativo programa de inclusão e cidadania para a população do seu entorno.O Inhotim se diferencia de outros museus por oferecer ao artista condições para a realização de obras que apenas em seu parque poderiam ser construídas.
 
Considerações individuais: foi SENSACIONAL  poder ver e experimentar várias das obras expostas. São raras as vezes que usamos o sensorial com tanto poder - tato, visão, audiçao, olfato - no sentido de através dele agregarmos valores individuais ao espaço e ás obras em si. Analisar a diversidade e a criatividade foi inspirador. Andar por entre aquele paisagismo perfeito me trouxe paz e conforto. E prometo, para mim mesma, voltar lá!!







quarta-feira, 13 de abril de 2011

Artistas a serem visitados no Inhotim

Cildo Meireles 

Cildo Campos Meirelles (Rio de Janeiro RJ 1948). Artista multimídia. Inicia seus estudos em arte em 1963, na Fundação Cultural do Distrito Federal, em Brasília, orientado pelo ceramista e pintor peruano Barrenechea (1921). Começa a realizar desenhos inspirados em máscaras e esculturas africanas. Em 1967, transfere-se para o Rio de Janeiro, onde estuda por dois meses na Escola Nacional de Belas Artes - Enba. Nesse período, cria a série Espaços Virtuais: Cantos, com 44 projetos, em que explora questões de espaço, desenvolvidas ainda nos trabalhos Volumes Virtuais e Ocupações (ambos de 1968-69). É um dos fundadores da Unidade Experimental do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, em 1969, na qual leciona até 1970. O caráter político de suas obras revela-se em trabalhos como Tiradentes - Totem-monumento ao Preso Político (1970), Inserções em Circuitos Ideológicos: Projeto Coca-cola (1970) e Quem Matou Herzog? (1970). No ano seguinte, viaja para Nova York, onde trabalha no projeto Eureka/Blindhotland, no LP Sal sem Carne (gravado em 1975) e na série Inserções em Circuitos Antropológicos. Após seu retorno ao Brasil, em 1973, passa a criar cenários e figurinos para teatro e cinema e, em 1975, torna-se um dos diretores da revista de arte Malasartes. Desenvolve séries de trabalhos inspirados em papel moeda, como Zero Cruzeiro e Zero Centavo (ambos de 1974-1978) ou Zero Dollar (1978-1994). Em algumas obras, explora questões acerca de unidades de medida do espaço ou do tempo, como em Pão de Metros (1983) ou Fontes (1992).

Vale dizer, que a intensa produção de Cildo Meireles, ainda em andamento, ampliou seu campo criativo ao inserir instalação, objeto e tecnologia. Além disso, ele reafirmou seu compromisso com o público e não com o mercado de arte. Seu trabalho simboliza o máximo grau atingido pela relação aberta entre linguagem e interação.



Franz Ackerman
(Neumarkt St. Veit, Alemanha, 1963; reside e trabalha em Berlim)

Franz Ackermann é um eterno viajante, que reflete sobre a globalização e o crescimento incessante dos centros urbanos. Em suas pinturas, desenhos, esculturas e instalações, ele se apropria de formas arquitetônicas e estruturas dinâmicas para criar um universo de paisagens culturais comodificadas, que agem como representação de um mundo cada vez mais encolhido. O rápido avanço da tecnologia de informação, a maior velocidade da percepção e também a simultaneidade estão refletidos no uso que Ackermann faz do mundo, suas inter-relações e sobreposições. Os trabalhos apresentados desenvolvem uma narrativa em torno dos temas prediletos do artista, expressos caracteristicamente pelo título do grande painel fotográfico que reúne mapas de All the places I have ever been to [Todos os lugares onde estive].


 Faceland II                                                                   World II

 
                         

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Intervenção urbana

       Bom, o que vem a ser isso? Também pretendo entender melhor no decorrer desses dois meses até retornarmos a Bichinho. Desenvolver um trabalhos artistico que utilize um determinado espaço do vilarejo de maneira inovadora que venha a trazer benefícios temporários para a população, sejam esses estéticos, de entreterimento, ou de outro almo mais! Quando aprimorar minhas ideias, prometo vir e contar o resultado!!

       A escolha do local para tal feito foi pela sua versatilidade e aparente inutilização. Daí, um muro com um passeio largo em um local de visibilidade que é quase a frente da Igreja de Nossa Senhora da Penha e ao lado da escola.


Muro em visão panorâmica
        
                                                                              

Textura
Muro

Detalhe da calçada

Bichinho

 A experiência em Vitoriano Veloso foi sem dúvidas extremamente enriquecedora! A possibilidade de imersão em um vilarejo até então desconhecido por mim, me abriu os olhos pra exemplos de simplicidade e harmonia tanto do ponto de vista arquitetônico quanto social. Confesso nunca ter me entregado tanto na análise de um espaço ou de um objeto quanto fiz por esses dias que ficamos por lá. Pudi sentir a energia positiva que emana das pessoas que lutam para melhorias aquele lugar e como apesar de estruturalmente simples, as casas com fachadas beirando o passeio, janelas baixas e sem o mínimo de recuo lateral possuem ao mesmo tempo tanto em comum e peculiaridades que as diferem umas das outras. Poder perceber o espaço, ou ao menos tentar, atraves da utilização dos cinco sentidos, me mostrou um lado um tanto quanto abstrato que devo atingir pra deixar livre a minha imaginação e de quem através de mim irá perceber esse espaço. Com a performance, mesmo que não sendo executada da mehor forma possível, tentamos atingir algo nesse sentido. Além disso, poder encontrar com um modo de vida tão diferente do nosso, calcado na produção e comercialização de artesanato, com pouca e precária utilização de telefonia celular e internet e sem muitos barzinhos ou festas, foi d+!

Plaquinha simpática


Igreja de Nossa Senhora da Penha

Produção de flores por Zezinho

Cruzeiro

Workshop de decalque

Fachadas características

Casa com adobe

Artesanato

 Exercícios/ rabiscos de croquis
Oficina de Agosto
            

domingo, 10 de abril de 2011

Panorâmica de teste

Essa foi uma tentativa a partir do tutorial passado pra nós! Infelizmente, não sei porque, algumas marcas
Pano2VR ficaram. Mas tá aí!